
Tudo parecia caminhar para isto há muito tempo. E chegámos mesmo aqui.
Não sei porque lamento (provavelmente ajudei).
Nada faz mesmo qualquer sentido, numa época que devia ser espiritual e - vá lá -, talvez adoçada de alguns êxtases terrenos, os que nos eram negados durante todo o resto do ano.
Ficou a palavra e como sinal, apenas o invólucro, o externo, o aparente.
Tem toda a razão, JGA. Vivemos um perfeito nonsense.